Plano de Gestão Cidadã (PGC)

O Plano de Gestão Cidadã (PGC) possui três premissas: 1 – vontade política, existente ou a construir; 2 – afetividade e respeito pelo outro e 3 – uma metodologia de trabalho político que seja participativo. Há três pilares da proposta: 1 – participação popular; 2 – autoplanejamento/autogestão e 3 – qualidade social de vida. Para detalhamento, ou exponho pessoalmente ou pode ser visto no livro “Democracia – do conceito à prática, da representação à participação” (SP, Editora Claridade, 2010), de minha autoria, com um amigo, Corinto Meffe, que atuou nos governos petistas, no Ministério do Planejamento. Fases: 1 – Assessoria Comunitária (AC), com seus Planos de Ação Popular (PAP), base local para o Programa Popular de Governo (PPG); 2 – Encontros Políticos Locais (EPL); 3 – Pesquisas Qualitativas por Amostragem (PQA); 4 – Rede Popular de Pesquisa (RPP); 5 – Programa Popular de Governo (PPG) – para a criação do Plano de Ação Popular (PAP) para formar o PPG; 6 – Ato Público de Lideranças (APL); 7 – Apresentação do PPG à população em geral , no que chamamos de Conselhos Político-Populares (CPP) e 8 – Realização dos Projetos Populares (PP), expostos no Plano de Gestão Cidadã (PGC). O PGC pode ser materializado, por financiamento público, com verbas públicas destinadas a partir do Orçamento Participativo, ou privado, por intermédio do que chamamos de Selo Social da Cidadania (SSC).

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