Reconstruir as pontes internacionais e reafirmar o assento permanente ao Brasil na ONU

Sempre fomos reconhecidos por ter um dos melhores corpos diplomáticos do mundo, por ser um defensor da paz e da civilidade, sempre fomos considerados um dos grandes líderes do mundo emergente e em desenvolvimento.

Mas atualmente não exercemos nossa liderança e nosso brilho internacional está atrás de uma tempestade chamada Bolsonaro, mas que foi idealizada por elites que querem ver um Brasil submisso aos EUA.

Precisamos voltar a ter uma política externa ativa, reconstruir as pontes com os países latino-americanos, africanos, do Oriente Médio e da Ásia, voltar a investir nestes países com tecnologia e infraestrutura de ponta brasileira. Precisamos reconstruir nossas alianças com nossos amigos europeus, França, Alemanha e Reino Unido, reavivar e reforçar os BRICS, a UNASUL e o Mercosul. Continuar investindo em forças armadas com responsabilidade como instrumento de política externa.

E o mais importante: reafirmar um assento permanente na ONU ao Brasil.

Viva o Brasil!

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