Idioma neutro para as relações internacionais

Proponho que o Brasil junto com os demais países progressistas trabalhem para que tenhamos um idioma único e neutro para as relações internacionais. Esse idioma já existe e é falado por milhões de pessoas pelo mundo afora. Trata-se do idioma artificial Esperanto, que atende a todos os requisitos do mundo moderno, de fácil aprendizado e que permite fluência em menos de um ano. O movimento esperantista é forte no Brasil, com diferentes associações que podem dar o suporte necessário para sua implantação. Seu lema é: “Cada povo com o seu idioma e todos com o Esperanto”. É uma forma de se combater o servilismo idiomático e cultural, que ora assistimos, e o tal “complexo de vira-lata que nos coloca como subservientes ao Império. É a soberania idiomática internacional.

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