Segurança energética
– ampliar investimento no fortalecimento das competências verdes já acumuladas (agroecologia, biocombustíveis, energia solar, energia eólica, química verde etc.) e na construção de novas capacidades produtivas, tecnológicas e inovativas que garantam competitividade e geração de soluções sustentáveis adequadas às especificidades brasileiras.
– Retomada do controle público, interrompendo as privatizações;
– Diversificação da matriz elétrica, direcionando investimentos para expandir a geração com energias renováveis (solar, eólica e biomassa);
– Tarifas justas;
– Participação social no debate da expansão do setor elétrico.
– Defesa da Eletrobrás pública e comprometida com a expansão da geração e transmissão de energia no Brasil.
– Diminuir as emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) na matriz energética, zerando até 2050.
– Instalar kits fotovoltaicos em 500 mil residências por ano.