Reestatização da Eletrobras.
Não cabe pensar em “respeitar contratos” inerentes a um processo de privatização que foi trilhado em cima de ilegalidades e inconstitucionalidades. Se validados ou “respeitados” esses contratos, na prática quem os valida desrespeita a Constituição que foi “atropelada”, o que não se justifica. Pelo contrário, a revogação de todo o processo que culminou na privatização da Eletrobras; essa sim será o resgate às ilegalidades e à própria Constituição (Lei maior); e por isso teria plena justificativa para ser feita!
Primeiramente comprova-se (judicialmente) as inconstitucionalidades ocorridas (amplamente divulgadas), e na sequência, resgata-se a Constituição e por conseguinte a Eletrobras.
Cabe lembrar que a energia elétrica é o mais importante fator de produção (e também necessária aos setores de comércio e serviços). O capital privado, principalmente na forma de “corporarion” só vai perseguir lucro; e o aumento na conta de energia em TODOS os setores vai se traduzir em inflação!