Projeto
Praticamente inexiste transporte ferroviário num país de dimensões continentais como o Brasil. A malha ferroviária, no 2º reinado de D. Pedro II, foi importante fator de desenvolvimento e, hoje, quase que na integralidade, se limita ao transporte de carga. O investimento na criação, recuperação e atualização das linhas ferroviárias poderia indicar uma intenção política de mudança na estratégia de transporte rápido, eficiente e muito menos poluente do que o avião. Em consonância com a necessária demanda de transporte sustentável, minha sugestão é que uma equipe técnica desenvolvesse estudos sobre ótimos trens – não temos a necessidade do trem bala – mas assemelhados aos RER franceses, no atendimento às populações tanto periféricas quanto entre capitais não tão distantes (RJ-SP-MG-BA-PR), com apresentação de 1 trecho, do plano piloto, para a sociedade ter ciência do propósito governamental. Boa sorte, Presidente querido! #LulaLá