PRIMAZIA DAS CENTRAIS SINDICAIS NA CONSTRUÇÃO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA
O governo federal estimular (programas de financiamento e de formação) a retomada do comando da Economia Solidária, por parte das Centrais Sindicais, no formato revolucionário da Agencia de Desenvolvimento Solidário (ADS/CUT), pois, em conformidade com o pensamento de Florestam Fernandes, é preciso que os trabalhadores organizados estendam as mãos aos trabalhadores não-organizados, a fim de que o Brasil possa se desenvolver e alcançar a soberania de seu povo. A luta contra a heterogestão do trabalho não é das mais fáceis e os sindicalistas podem contar com a colaboração dos movimentos sociais, das igrejas, das organizações civis, dos órgãos públicos, das universidades etc. Desse modo é que a Economia Solidária poderá ser compreendida, e tratada, não como uma alternativa circunstancial ao capitalismo, sempre frágil e oportunamente atrelada às crises deste, mas sim como um movimento constante e por dentro do regime de capital, ou seja, como possibilidade histórica.