Geração distribuida: a conta que não fizeram

Proponho o adiamento do novo modelo de tarifação de energia distribuída, para quando a energia fotovoltaica representar 30% da matriz geradora de energia brasileira.
Pois a tendência em 2023, será a adoção de sistemas híbridos com baterias, que se tornará mais atrativo que pagar a tarifa de utilização da rede, não solucionando assim o problema de arrecadação das concessionária, as quais continuarão compensando a falta de arrecadação com aumento das tarifas, justamente o que o TCU jugou ser subsídio cruzado. O suposto subsídio cruzado d irá permanecer, enquanto a potência instantânea disponibilizada pelas micro usinas irá sessar, exigindo maior investimento em infraestrutura diante do crescente aumento de demanda por energia que ocorre no brasil.
Não resolve nenhum problema, e pesará no bolso de todos.

O que você achou dessa proposta?
Skip to content