Ecologia humana para um país letrado, diverso, justo e criativo

Por meio de práticas ecohumanas, a serem pensadas e geridas a partir de instituições públicas de ensino e artes, criar e desenvolver cátedras livres, voltadas para o incentivo e o desenvolvimento de diversos letramentos, baseados em artes e princípios justos, inclusivos, solidários, ecológicos, colaborativos e de uso livre, a exemplo de ações e projetos que envolvam professores, pessoas idosas, crianças, jovens, adultos e profissionais da inovação e da tecnologia, em prol de um objetivo comum: proporcionar a todas as pessoas – brasileiras ou estrangeiras, escolarizadas ou não -, a aprendizagem, o amplo uso e a difusão da Língua Portuguesa a partir do Brasil. Para tanto, faz-se necessário e possível pensar na larga implantação de bibliotecas livres (em ruas, praças, sites), editoras cartoneras (ligadas a associações de catadores de materiais recicláveis), bem como ambientes virtuais lúdico/ educativos, que sirvam também para gerar renda pela via do turismo artístico e histórico.

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