Construção de uma Infra digital pública para prestação de serviços de entrega e de mobilidade urbana como alternativa às infras digitais com donos como Uber e Ifood, por exemplo.
Hoje no Brasil a infraestrutura digital que possibilita a conexão entre um negócio, um entregador e um cliente com aplicações de troca de mensagem, de geolocalização, de cobrança e de pagamento tem dono e acionista.
As classes que hoje mais movimentam dinheiro na economia urbana são entregadores e motoristas de aplicativo: São justamente as mais prejudicadas em um período de crise, tudo em nome do retorno aos acionistas da infra. Quando não está tudo na mão de investidores internacionais, está nas mãos de instituições danosas para à classe trabalhadora como por exemplo o grupo Movile, dono do Ifood.
Direcionar toda essa circulação de dinheiro com milhões de transações diárias para as mãos de 3 ou 4 pessoas é uma decisão ideológica. Pragmatismo é quando se constrói a infraestrutura que permita a circulação do dinheiro no lugar certo: Entre as pessoas físicas e jurídicas que compram e vendem utilizando a infra. Sem retorno aos acionistas.
Estruturar a alternativa de uma infra digital