Como reflorestar e preservar Amazônia, Cerrado, Pantanal e outras áreas degradadas.
O principio básico da proposta é de impacto e necessária num primeiro ato de governo, qual seja, retomar as áreas griladas e que pertencem a união e realizar um reflorestamento baseado em vegetação e flora nativas (longo prazo), arvores frutíferas (médio prazo) e em cânhamo (curto prazo, que vai encontrar resistência), seguindo os passos da China, afim de termos uma economia sustentável em ecossistemas devastados por esse desgoverno, como o da Amazônia e Cerrado, propiciando um ambiente de renovação dos mesmos e incentivando a biopesquisa para que pesquisadores, industrias químicas, farmacêuticas, e de transformação (no caso do cânhamo possam utilizar a floresta não como meio de devastação e sim como fonte de produção e inovação, além disso, o plantio alternado renovaria a fauna e flora, sempre com foco na floresta original, e teríamos resultados em diferentes etapas cronológicas, quebrando o paradigma de país que devasta, para um País que pesquisa, cria, inova e produz riquezas.