Cidades inteligentes sobre palafitas para a Amazônia
Grande parte da população da Amazônia vive ainda como nos tempos Revolta da Cabanagem, às margens dos grandes rios, em palafitas precárias, onde sofre os efeitos sazonais das cheias. É preciso trazer essa população para o século XXI, com a presença do Estado, e condições dignas de habitação e de desenvolvimento. A mobilidade em toda essa região se daria pelas vias fluviais e aéreas. Estas cidades ribeirinhas, com população máxima de 12.000 habitantes, projetadas para desníveis d’água de até 10 m, seriam autônomas em energia para se evitar os agressivos linhões de alta tensão cortando a selva. Ao final do Plano de Metas, já proposto, estas cidades deverão ter o IDH acima de 0,9, como o restante do Brasil. Neste projeto de desenvolvimento sustentável ambientalmente, não será permitida estradas de rodagem que são portas abertas para a agressão a essa imensa região. Até a Transamazônica devera ser desativada.