A vida como recurso econômico
A vida humana no ambiente urbano, em especial no ambiente metropolitano precisa ser produzida por políticas públicas diretas. Diferente da vida nos ambientes rurais e sub urbanos, onde os convívios são mais intensos durante a infância, adolescência e juventude o que favorece os desenvolvimentos individuais.
Nestes aspectos, sabedores de que toda riqueza é produto direto da transformação e disponibilização por mãos humanas, a formação dos humanos significa intervir diretamente nos resultados presentes e futuros, tanto nos aspectos humanísticos, quanto e de forma talvez mais radical nos aspectos da produção econômica.
Recursos não elaborados e não disponibilizados são Recursos Naturais, para a sua conversão em Recursos Econômicos, que possam ser capazes de atender necessidades humanas e que possam agregar valor e relevância aos bens patrimoniais individuais, coletivos e de infra estrutura sempre será imprescindível a atuação do trabalho humano.
Aí a regulação entre produção e preservação