O Investimento em Cultura e Economia Criativa através do Funk e a possibilidade de retorno bilionário para a economia nacional
O investimento em cultura é essencial, traz retornos financeiros massivos, trazendo sustento a uma grande parte da população. Não é só o artista envolvido em um show, teatro, circo ou exposição de artes plásticas. É o montador, é gente
carregando cabo, levantando palco, testando luz, som e vendendo pipoca na porta.
É necessário refletir sobre a relevância econômica do Funk para o Brasil. A inspiração pode passar pelos investimentos que a Coreia do Sul realizou na área cultural. Em 2019, o K-Pop – gênero musical mais famoso do país, rendeu 4,7 bilhões de dólares à economia sul-coreana. O investimento começou em 1998, com o departamento de cultura popular, também conhecido com o “departamento de K-Pop”.
No Brasil, o funk já possui uma economia solidária própria: os bailes geram renda para vendedores ambulantes, comércio local e oferecem pequenos retornos aos habitantes das regiões dos bailes. Um “funk exportação” pode trazer igual retorno para o país e alimentar o nosso soft power.