Proteção do Espaço Aéreo, Fluvial e Territorial da Amazônia
A proposta é que o Brasil implante radares auxiliares nos trechos cegos da Amazônia, para que o Tráfego Aéreo na Região possa ser monitorado e a Aeronáutica, através do CINDACTA IV, possa enfim identificar aeronaves que fazem como rotina o tráfico de drogas e de pessoas. É de fundamental importância também que um tabu da Marinha seja quebrado e, seja formada neste Pais uma Guarda Costeira com recursos próprios, que livraria a Marinha para usar seus recursos na atualização e recuperação da sua frota, bem como se dedicaria plenamente ao Licenciamento e fiscalização de Profissionais de Cabotagem, deixando para a Guarda Costeira a fiscalização e Policiamento das nossas águas Fluviais e Costeiras. Também é de suma importância a valorização do IBAMA e do INPE, para que o Desmatamento irregular e o desmando na Região Amazônica seja coibido definitivamente. O custo da implantação de radares e da criação de uma Guarda Costeira, não se compara ao que se gasta e gastou nessas últimas décadas.