Soberania tecnológica
Para o desenvolvimento continuado do Brasil, dentro do plano de Metas de 30 anos, é preciso grandes investimentos em tecnologias de ponta. As atividades aeroespaciais, a astronáutica, o domínio dos projetos, construção e lançamento de satélites artificiais, um sistema próprio de gorreferenciamento global, etc., exigirão de nós o domínio tecnológico da produção de processadores nacionais. As cidades autônomas em energia deverão ser também inteligentes e contar com todos os recursos de informação (TI) e de comunicação (TC), sem fio por meio de satélites estacionários e toda a parafernália necessária para os monitoramentos diversos de forma que, de qualquer rincão do Brasil, o cidadão possa exercer trabalhos remotos e estar conectado com o mundo.