Remuneração digna para cientistas
Desde 2013, no governo Dilma, as bolsas de mestrado e doutorado não sofrem reajuste. O que antes era a base e o sustento dos pós graduandos cientistas do Brasil, hoje é apenas um valor de subexistencia. Em grandes capitais, como Porto Alegre, a bolsa de mestrado (1500 reais) não é suficiente para aluguel e alimentação. Como esperemos ter a tecnologia forte no Brasil se é impossível formar mestres e doutores? Além do básico, como moradia e alimentação, os cientistas ainda lidam com gastos exorbitantes de transporte (uma vez que não são considerados estudantes) e gastos na própria universidade, uma vez da defasagem de suprimentos para desenvolvimento de pesquisa. Diante disso, faz-se necessário o reajuste mediante inflação das bolsas, resolvido por lei. Além, é claro, da reposição destes quase 10 anos sem correção.
Estamos tendo que trabalhar de forma clandestina para cobrir gastos básicos. Basta!
Pela ciência.