Salve o Solo
É necessário que o ponto central na agenda ambiental e agrícola nos próximos anos seja o solo!
Isso pois segurança alimentar, sequestro de carbono da atmosfera, segurança hídrica, biodiversidade, saúde pública, combate à desertificação, evitar êxodo rural: tudo isso passa por um solo fértil. Atualmente, ao tratarmos o solo como uma matriz inorgânica (como se não fosse um complexo tecido de seres vivos) e deixarmos o solo frequentemente sem cobertura, tem acontecido uma irreversível extinção de vida microscópica. Por isso, é necessário e urgente termos políticas públicas:
1. Criar incentivos atrativos para agricultores com o mínimo de 3 a 6% de conteúdo orgânico no solo;
2. Facilitar acesso a crédito de carbono para agricultores;
3. Apresentar ao consumidor final uma diferenciação de alimentos cultivados em solo com no mínimo 3 a 6% de conteúdo orgânico.