MAIOR USO DA TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
Sou engenheiro agrônomo, formado em 1985 e filiado ao PT, desde 1981. Vivo do agro há 37 anos. Sou filho de comerciante e professora. Tenho 61 anos. Na jornada dessa vida, proponho propagar o uso da Tecnologia de Aplicação (levar a gota de pulverização no alvo certo), evitando os desperdícios de água e fazendo uma aplicação mais eficiente. Através do Centro de Engenharia e Automação, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), na pessoa de seu diretor Hamilton Humberto Ramos (não é meu parente), sugiro a emancipação desta tecnologia simples e acessível. Só não aumenta devido aos interesses das empresas de defensivos agrícolas. Exemplo: Usualmente uma lavoura de tomate envarado gasta-se 1.000 litros de calda/hectare. Com esta tecnologia seria possível reduzir para 200 a 250 litros/hectare, economizando água, expondo menos o aplicador ao defensivo, aumentando o controle e consequente diminuindo o número de aplicações (hoje entre 25 a 30 aplicações por ciclo da cultura).