Ressignificação das ações dos agentes de segurança pública em locais de vulnerabilidade social

É visível que as ações dos agentes de segurança pública, polícias e guarda municipal, tem estado pautadas em coagir, humilhar e oprimir os povos mais vulneráveis, estes, em sua maioria formados por moradores(as) de subúrbios de classe social baixa e pele escura. Tais políticas estão fundamentadas em promover segurança pública através de uma reafirmação histórica e cultural que associa o pobre, negro e demais sujeitos das periferias enquanto progenitores dos mais variados crimes.
Nesse sentido, é de suma importante que as políticas de segurança públicas estejam embasadas em conceder tratamento mais cordial, dissociado de interpretações preconceituosas e procedimentos humilhantes não vistos e pouco vistos em abordagens feitas por agentes a indivíduos de outras classes sociais mais elevadas.
É imprescindível que o Estado brasileiro pense e repense os organismos jurídicos e legislativos que regem as normas de abordagem dos agentes de segurança pública aos povos oprimidos historicamente.

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