Combate ao crime organizado e monitoramento da fronteira
Criação do Ministério da Segurança Pública, aumento do número de membros da Força Nacional, aquisição e desenvolvimento de aparato tecnológico para a mesma, recursos orçamentários e tecnológicos para os Estados criarem e ampliarem batalhões de polícias de fronteira, cooperação eficiente com países vizinhos no combate às drogas, priorizando operações ostensivas e investigativas, revogação de decretos que permitiram o inútil acúmulo expressivo de armas e munições por CACs, rastreamento de armamento pelo Exército e a Polícia Federal de forma ampla e compulsória, ampliação do banco nacional de perfis genéticos, introdução gradual do trabalho em presídios, iniciando em unidades que possuem presos oriundos das principais organizações criminais em nível nacional, tratamento dos dependentes químicos para extinguir o consumo e a venda de narcóticos, tornar o acidente de trânsito que resulta em morte, tendo como autor responsável o condutor embriagado, crime hediondo e criminalizar a milícia.