Renda Minima e Tributação Progressiva de Fato

Para garantir de forma transparente e eficaz o papel do Estado como redistribuidor de renda, é preciso implementar uma renda mínima universal automática (como proposto por E. Suplicy). Todos ganham. Associado a isso, um percentual de imposto de renda que sobe gradativamente, como ocorre na França (mais se ganha, mais se paga em termos do percentual da renda). Essa válvula permitiria o reequilíbrio da imensa desigualdade de renda que existe no pais. Além disso, permitiria ganhos gradativos: quem é realmente pobre tem ajuda substancial (menos de 1 salário mínimo), e quem não é tão pobre (entre 1 e 3 salários) também se sente ajudado. Quem é rico precisa contribuir “de fato”. Para garantir que isso se faça na pratica, o Estado precisa retribuir com mais transparência e eficiência no uso do dinheiro publico, e mais controle sobre a arrecadação, o que passa pela necessária simplificação do sistema tributário. Todos se sentem ajudados na medida de suas necessidades, e pagam conforme ganham.

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