Inclusão de uma nova política salarial e eleição aberta pro conselho na reforma trabalhista

É preciso que a participação nos resultados torne-se uma política salarial permanente, com pagamentos mensais ou trimestrais e não apenas anuais. Trata-se de uma categoria salarial cujo valor depende da produção bruta em relação à meta produtiva. Isto é, se o excedente produtivo de determinado trabalhador adicionou valor à empresa em termo de vendas em determinado mês ou no fechamento do balanço patrimonial, ele receberá uma renda condizente com o valor agregado por ele. Quanto ao salário fixo, deve-se reformular a política de valorização do mínimo baseado no crescimento do PIB a cada ano e o salário deve se basear na produtividade per capita, ao invés de ser um salário igual para todos os trabalhadores.

Quanto à política participativa, deve-se garantir a eleição livre e democrática do conselho administrativo pelo voto do corpo de funcionários, ao invés da direção ser baseada na hereditariedade ou mérito individual.

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