Cidades inteligentes (CI)

Quando se fala em Cidades Inteligentes, a ênfase que é dada é para as tecnologias de Informação (TI) e de Comunicação (TC). Embora estas tecnologias sejam importantes e imperativas, penso que as Cidades realmente inteligentes são aquelas que mais promovem a justiça social dentro das diretrizes do Estatuto da Cidade (EC) que preconiza o uso social do solo urbano, e, implicitamente, a integração social. Portanto, uma Cidade Inteligente deve eliminar as barreiras físicas e as não tangíveis. Portanto, numa CI, não cabem conjuntos habitacionais de alto padrão, fechados e murados como nos tempos da Idade Média. É imperativo, portanto, termos uma nova visão urbanística onde o atendimento e a formação cidadã seja o centro de nossa atenção. É imperativo numa CI a implantação plena das diretrizes do Estatuto da Pessoa com Deficiência (EPD), lei federal nº 13.146/15.

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