Participação do Estado na produção de alimentos

Toda atividade essencial à vida humana precisa da participação do Estado para uma distribuição justa e acessível. Enquanto em alguns lugares a saúde é paga, como nos EUA, o Brasil e a Europa optaram pela saúde nacionalizada, sem o interesse em margens de lucro, o que possibilita que o negócio cobre apenas o bastante para se manter, sem buscar lucros adicionais em cima dos atendidos pelo sistema de saúde. Da mesma forma, considerando a situação de fome no país, a produção de alimentos pelo Estado, sem a exigência de uma margem de lucros, resultaria em alimentos mais acessíveis para à população, bem como capacidade de alocar recursos e tornar os alimentos mais baratos ou gratuitos para quem mais precisa. Durante os lockdowns da COVID, na crise de 1929 ou nos 1800 sempre tivemos crises de hiperabastecimento de alimentos, onde são destruídos para manter uma margem de lucro positiva. Essa não pode continuar sendo nossa realidade, nenhum alimento deve ser deliberadamente destruído, nunca.

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