Corpas Libertas

Acesso ao aborto para pessoas com útero até 17° semana em hospitais públicos e privados, com atendimento multidisciplinar biopsicosocial integrado em centros de saúde ligados à agentes de saúde, medicina de família, caps e delegacias da mulher. Conversas seriam feitas com estas mulheres durante o período de duas semanas nestes âmbitos e a partir disso as Gestantes optariam por interromper a gravidez ou não.

No hospitais escolhidos para realizar o procedimento, deveria se ter capacitação necessária técnico e ética para acolherem a paciente garantindo sigilo e segurança sobre o procedimento.

Nas escolas desde o ginásio até níveis superiores o MEC por meio das secretarias deveriam propor momentos nas disciplinas e eventos comunitários para que discussões fossem realizadas a fim de combater a desinformação, trazendo estatísticas de países após legalizarem o aborto em que se nota a redução da procura por este procedimento.

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