REVISÃO DA REFORMA DO ENSINO MÉDIO
O novo ensino médio precarizou as condições materiais de estudantes de todo o Brasil. Com a ideia de flexibilizar o currículo, acabou por desconsiderar o senso crítico das disciplinas, impondo uma ideologia neoliberal. Em São Paulo, por exemplo, milhares de estudantes não tem o aproveitamento curricular, que muitas vezes é lecionado à distância ou não tem professores. Esse aprofundamento curricular ocupou o espaço de disciplinas como Biologia, física, química, geografia, história, sociologia e filosofia.
É preciso rever a carga horária dedicada aos “aprofundamentos curriculares” porque na prática eles não aprofundam conteúdo algum. Nesse sentido, é preciso dialogar com os especialistas na área da educação para revisar trechos importantes da reforma do ensino médio. A minha esperança está nesse governo.