Por uma educação com soberania

Proponho que o governo limite a participação de agentes do mercado, seja na forma do empresariado, dos organismos multilaterais, ou do 3.º setor, nos assuntos da educação pública. Os educadores e os pesquisadores brasileiros, em concerto com as universidades, precisam ter mais voz nas decisões do MEC, bem como ao nível das secretarias municiapis e estaduais. A Capes precisa comprometer-se com a educação da classe trabalhadora e passar a fomentar pesquisas básicas – ou de caráter fundamental – para uma educação pública que, de fato, leve aos filhos e filhas dos trabalhadores os conhecimentos mais elaborados em arte, ciências e filosofia. Como primeira medida, o Novo Ensino Médio deve ser totalmente anulado.

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