Equidade nacional dos salários dos professores da educação básica
O governo poderia exigir que todos os estados na União formassem um plano de carreira único para o magistério do ensino básico. Os estados continuariam pagando os salários, mas com um plano de carreira único facilitaria a transferência de professores entre estados e evitaria que governadores achatassem os salários e desrespeitassem a data-base e o plano de carreira. Aqui no Paraná nós, professores do ensino básico, temos um ótimo plano de carreira que foi criado pelo ex-governador Roberto Requião e que nem os governos catastróficos do Beto Richa e do Ratinho Júnior conseguiram acabar. Eles estão judiando da categoria, com achatamento da tabela de vencimentos, sem pagar data-base e fazer corretamente as progressões e promoções, e mesmo assim, o plano comparado com outros estados é bom. Então tomar ele como modelo e implantá-lo, obrigando os governadores a acatá-lo atrelando o mesmo aos fundos do FUNDEB e exigindo que, pelo menos, 75% dos professores sejam concursados.