Comunicação e Mundo

O aprendizado de um segundo idioma destrava o cérebro e acelera o aprendizado dos idiomas seguintes, e esse idioma não precisa trazer todas as dificuldades das exceções de um idioma pátrio. A China já incentivou o estudo do Esperanto. Minha sugestão:
– Incluir o Esperanto como uma das línguas opcionais nas escolas brasileiras, e como opção aceita pelas universidades para a prova de idiomas de ingresso em um mestrado ou doutorado; e
– Propor essa ação ao BRICS (aposto como China e Rússia aceitarão).
Resultados esperados:
– Plantada a semente para que a ONU se interesse em incluir o Esperanto no rol de idiomas oficiais;
– Contribuição para destravar o cérebro dos brasileirinhos para aprendizado de idiomas sem pagar royalties por materiais importados;
– Fomentado o uso de um segundo idioma que, além de desenhado para ser simples (fonético e absolutamente regular), tem potencial de aceitação por ser neutro (sem rixas entre anglófonos e francos, ou eslavos, ou asiáticos…).

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