Fim da exportação de gado vivo
Proibição da exportação de gado vivo. 88% dos brasileiros se importam com o sofrimento dos animais tidos de produção. Mas o Brasil segue ignorando práticas de bem-estar animal, e na contramão de boa parte do mundo, ainda exporta gado vivo, para atender a interesses de pequena parcela de pecuaristas que deseja lucrar com a tortura e o sofrimento animal. A exportação de gado vivo não é taxada, ela não gera riqueza para o país; a operação também não gera emprego no Brasil, mas nos países compradores, onde o abate é feito.
Em viagem que podem durar mais de 20 dias em alto mar, um único navio chega a embarcar de 20 a 27 mil animais, que enfretarão um longo calvário, mergulhados em fezes, vômito e urina, amontoados uns em cima dos outros, num ambiente insalubre, fétido, sem espaço para locomoção são (média de 23 bois dividindo 21 metros quadrados), para encontrar a morte no destino final, o que ocorrerá sem qualquer tipo de insensibilização prevista nas leis brasileiras.