Fim da criação intensiva de animais

De acordo ONU, em 2019, em todo o mundo, matamos pelo menos 80 bilhões de animais terrestres para alimentação humana; um número equivalente a dez vezes a quantidade de humanos. Além disso, mantivemos 8,2 bilhões de fêmeas reféns do sistema de produção de ovos e leites. Além de produzir enorme sofrimento, os animais explorados no modelo capitalista estão suscetíveis a doenças e ao consequente uso intensivo de antibióticos para tentar controlar as infecções, contribuindo para o processo de resistência a antibióticos em humanos. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, a resistência aos antibióticos é atualmente uma das maiores ameaças globais à saúde. Um número crescente de infecções está se tornando cada vez mais difícil de tratar. A criação intensiva de animais é ruim para o meio ambiente, para a saúde humana e para o bem-estar animal. É preciso reduzir o consumo de proteínas animais, com fim da criação intensiva, complementando a alimentação com fontes vegetais.

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