Comunicação aliada aos trabalhadores

Penso ser possível criar coletivos de jornalistas para dar voz a trabalhadores “uberizados”, MEIs, em sua maioria. Uma espécie de jornalismo sindical de nichos: voltados a motoristas de aplicativos, músicos, atores, entregadores, doceiras, artesãos…

Poderia haver uma articulação entre a ABI, os sindicatos e as associações estaduais, no sentido de se criar pequenas cooperativas locais/municipais de jornalistas, para cobrir cada nicho de trabalhadores.

Nessa articulação, há a possibilidade de haver um financiamento mensal, simbólico, desses trabalhadores, às cooperativas de jornalistas. Fora o apoio de outras organizações da sociedade, quando possível, e da própria audiência, nas redes sociais…

Isso fortaleceria a luta dos trabalhadores, através da credibilidade dos jornalistas profissionais. É a voz da luta dos trabalhadores, substituindo, na prática, a onda de fake news propagada nas redes.

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